Disk Crash – O fantasma na hora do boot Linux – Nossa solução

Em alguns casos, é um simples reparo.

A verdade é que se pode tomar uma ação preventiva.

Se existir um arquivo vazio com nome “forcefsck” na raiz do sistema, no próximo boot a verificação e correção do volume já será feita.

Para isso:

				
					sudo touch /forcefsck
				
			

Mas…

O fsck não resolveu.

O problema tornou-se frequente.

Uma solução mais rigorosa (e demorada, em nosso nvme m2 de 1tb foram pouco mais de 4 h de execução) poderá ajudar (boot pelo pendrive, disco local desmontado).

Identifique sua unidade, substitua abaixo o “sdXX”:

				
					sudo e2fsck -fccky /dev/sdXX
				
			

Obrigado aos amigos do AskUbuntu:

O poderoso Notepad++ no Linux com Wine !

Sim, nossa fonte de informação preferida se foi. Criemos a nossa !

Enquanto esperamos que a comunidade crie uma versão Linux para esse editor de textos sem igual…

Via snapstore essa tarefa de instalar a opção que melhor nos atende de Notepad++ no Linux é bem simples:

				
					sudo snap install notepad-plus-plus
				
			

Como instalar BitWarden no Linux Debian based

Se tudo na vida fosse simples assim…

Não teria graça !

A SnapStore resolveu isso imediatamente – Lubuntu, Ubuntu, PopOs, Debian, MiniOS e muito mais !

				
					sudo apt update
sudo snap install bitwarden
				
			

Sim, só isso mesmo.

Até a próxima !

VeraCrypt – Ubuntu 22-04

Em se tratando de segurança, VeraCrypt é merecedor de no mínimo uma análise.

Para criptografia de dados e proteção dos mais sensíveis, foi agregado ao nosso cotidiano.

Segue um roteiro simples que nós utilizamos para instalação em Ubuntu 22-04 e compatíveis:

				
					sudo add-apt-repository ppa:unit193/encryption
sudo apt update
sudo apt install veracrypt
				
			

Recebam nossos agradecimentos:

Debian11 – Sources.list completo

O que usamos no Sources.list para Debian11

É bem verdade que o Debian12 já foi lançado a essas alturas e é uma excelente solução.

Porém decidimos mantê-lo em algumas máquinas virtuais, devido à sua melhor compatibilidade, especialmente com o VirtualBox.

Então sem mais delongas:

				
					########################################################################################
#                                 Repositórios Oficiais                                #
########################################################################################

deb http://deb.debian.org/debian/ bullseye main contrib non-free
# deb-src http://deb.debian.org/debian/ bullseye main contrib non-free

deb http://deb.debian.org/debian-security/ bullseye-security main contrib non-free
# deb-src http://deb.debian.org/debian-security/ bullseye-security main contrib non-free

deb http://deb.debian.org/debian bullseye-updates main contrib non-free
# deb-src http://deb.debian.org/debian bullseye-updates main contrib non-free

## Debian Bullseye Backports
# deb http://deb.debian.org/debian bullseye-backports main contrib non-free
# deb-src http://deb.debian.org/debian bullseye-backports main contrib non-free

########################################################################################
				
			

Ventoy – Instalando no Linux e criando um pendrive inicializável, com suporte a UEFI

Aqui acreditamos e praticamos a liberdade.

Qual não foi a nossa surpresa ao ir consultar um excelente portal sobre esse assunto, e descobrir que não quer nossa visita por conta de um “Bloqueador de anúncios”.

Muito bem, fazemos nossa própria versão, liberada para TODOS consultarem sem dificuldade sempre que necessário.

Agora sem mais desabafos, vamos em frente !

1 - Baixando o AppImage do ventoy da fonte original

2 - Configurando o AppImage do ventoy para execução

				
					cd Downloads

#Permissões para execução
chmod u+x Ventoy-x86_64-68.AppImage

#Instalação do FUSE, necessário para execução appimage
sudo apt install fuse


				
			

3 - Acionando o Ventoy

				
					sudo ./Ventoy-x86_64-68.AppImage --install
				
			

4 - Configurando o Ventoy para gerar partição em GPT

Simplesmente em “Options” habilite “Security” e “Partition Style” / “GPT”:

Tudo certo, veja como ficou:

Antes de prosseguir, testamos o boot em modo UEFI e tudo funcionou !

Neste ponto, você pode simplesmente copiar, pelo gerenciador de arquivos ou pela linha de comando, imagens ISO de instalação de sistemas, incluindo o sensacional “Rescuezilla” e terá um pendrive com múltiplas opções de instalação e recuperação de sistemas.

Até como disco de recuperação de emergência ele poderia ser usado, já que executa facilmente as versões “live” dos sistemas operacionais que o suportem.

Sucesso !

MiniOS – Porque o escolhemos como sistema minimalista

Em nossa jornada, sentimos falta de um sistema minimalista para duas tarefas principais:

MiniOS para execução desde o pendrive

Após termos nossa mini-nuvem sincronizada com sucesso via Syncthing, percebemos que  uma unidade portátil para emergências e recuperação, ainda com poder de execução em praticamente qualquer computador, seria muito útil.

Após muitos testes, elegemos e deixamos nossos agradecimentos para a talentosa equipe de:

A versão de MiniOS que escolhemos para a execução em pendrive: MiniOS Maximum

Para a nossa finalidade, particularmente para que a utilização fosse fluída e aplicável a um dispositivo portátil que pudesse abrir os documentos do projeto com total compatibilidade, escolhemos a versão “Maximum” do MiniOS, acrescida do LibreOffice após a instalação.

Tivemos uma pequena dificuldade somente com QUAL tipo de pendrive utilizar, visto que alguns dos equipamentos em nossa redação exigem EFI.

Para estes casos, necessitamos adquirir pendrives novos e mais modernos (Kingston Onyx Datatraveler Exodia Dtx/256gb 3.2), mas isso solucionou a questão rapidamente.

Já para os equipamentos aonde não utilizamos esse recurso, os pendrives antigos que utilizamos (sandisk, 64 Gb) deram conta perfeitamente dessa tarefa.

MiniOS para utilização como máquina virtual

Nossos desenvolvedores fazem uso de máquinas virtuais em larga escala, tanto para testes, quanto para perfis temporários, e até para fins de treinamento.

Possuímos sim servidores de virtualização, mas há também casos aonde é mais produtivo executar as VMs nas próprias estações de desenvolvimento.

Para esta finalidade, elegemos o MiniOS  na versão “Maximum” ao invés da “Standard” por um motivo bem simples:

O gerenciador lightdm está completamente funcional !

Isso facilita muito quando precisamos de boa resolução gráfica com acesso remoto, e também a administração de diferentes perfis no mesmo dispositivo.

Recursos do tipo “Office” sobraram de fato, mas nossa política de interferência mínima nos levou a simplesmente desinstalá-los quando se aplique.

Uma dificuldade que encontramos foi no compartilhamento de pastas do VirtualBox.

Como entendemos que o propósito do MiniOS não é esse, solucionamos instalando o “samba”, e configurando a VM para rede “bridge”.

 

MiniOS Maximum: Uma dica para exibir a lista de usuários na tela de login

Para facilitar a alternância de usuários / seções no MiniOS Maximum,  uma simples alteração na configuração do lightdm foi suficiente:

				
					sudo nano /etc/lightdm/lightdm.conf

#Descomentamos, na seção "[Seat:*]"  a linha:
greeter-hide-users=false


				
			

MiniOS Maximum: Ocultando as credenciais e evitando o autologin

				
					sudo nano /etc/minios/minios.conf

#Alteramos os parâmetros:

HIDE_CREDENTIALS="true"
AUTOLOGIN="false"
				
			

Removendo o usuário padrão "live" SEM necessidade de se alterar a imagem ISO fornecida pelo MiniOS

Puro comodismo de nossa parte ? Talvez !

Mas achamos útil mostrar.

Após o passo anterior, nossos usuários criados, os direitos de root aplicados, senha do root atualizada, bastou remover o usuário “live” !

Isso permite que se possa instalar sem preocupações com a criação de nova imagem ISO.

MiniOS - Uma consideração sobre a performance das diferentes versões disponíveis

Que a versão MiniOS Standard é muito equilibrada, e entre todas a que oferece a melhor performance com o máximo de recursos, não há dúvida.

Porém para o nosso uso, ela não se mostrou suficiente.

Como o sistema permite tanto as diferentes versões, como sua customização quando seja o caso, optamos finalmente pela “Maximum”, com algumas personalizações como visto acima, para ambas as finalidades.

Resultado: Sucesso ! Temos o mesmo sistema na mesma versão para as finalidades de SO portátil e também como convidado de virtualização, com performance inédita em nossa experiência.

Obrigado mais uma vez à equipe do MiniOS !